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Suzano quer aumentar captura de carbono e contribuir para reduzir pobreza e consumo de plástico

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Suzano quer aumentar captura de carbono e contribuir para reduzir pobreza e consumo de plástico

Visão estratégica é apresentada durante evento anual realizado em São Paulo

 
A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de árvores, divulga nesta semana os pilares de sua Estratégia de Longo Prazo e um conjunto de metas que nortearão sua atuação ao longo dos próximos anos. A companhia pretende, até 2030, contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atua saiam da linha da pobreza. Para isso, apoiará iniciativas direcionadas à geração de renda e à educação nessas localidades. A empresa também se compromete a oferecer 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável, desenvolvidos a partir da biomassa, para substituir plásticos e outros derivados do petróleo. Além disso, a Suzano removerá mais 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2030.

“Somos parte da solução para os desafios da sociedade. Essas metas reafirmam o nosso compromisso com a renovação do modo de vida para que possamos, juntos, construir um futuro melhor e mais sustentável para as próximas gerações. Ouvimos diversos públicos, com demandas, expectativas, críticas e reflexões distintas, para construirmos as metas que apresentamos hoje”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka. A visão estratégica e os compromissos de longo prazo da companhia foram divulgados no Suzano Day, evento realizado anualmente em São Paulo.

Para sustentar sua visão estratégica, a Suzano almeja ser referência do setor em eficiência, rentabilidade e sustentabilidade, da floresta ao cliente; ser agente transformador na expansão em novos mercados para a sua biomassa; e ser modelo em soluções sustentáveis e inovadoras para a bioeconomia e serviços ambientais, a partir da árvore plantada.

As diretrizes de longo prazo começaram a ser definidas após a fusão que uniu a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, em janeiro de 2019. Desde então, diversas frentes foram iniciadas com o intuito de diagnosticar as oportunidades e responsabilidades compatíveis com as ambições da nova empresa.
 
Metas

Além das três metas mencionadas, a Suzano também se compromete a reduzir em 15% as emissões específicas de suas operações e em 70% o volume de resíduos destinados a aterros, e a ampliar em 50% o volume de energia exportada para a rede brasileira.

No uso de recursos hídricos, a meta é aumentar a disponibilidade de água em 100% nas bacias hidrográficas críticas e reduzir em 15% o volume de água captada nas operações industriais. Na educação, a empresa se compromete a contribuir para uma alta de 40% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de municípios considerados prioritários.

Todos esses compromissos serão liderados por uma estrutura diversa, que até 2025 contará com pelo menos 30% de mulheres e 30% de negros em cargos de gestão. Também compõem as metas da organização ter estrutura física integralmente acessível, com ambiente 100% inclusivo para pessoas com deficiência e LGBTI+, e ausência de registros de situações de preconceito contra esses grupos. O acompanhamento em relação ao avanço dessas metas será permanente e transparente.
 
Avenidas

As metas de longo prazo estão conectadas às ambições traçadas pela companhia: ser “Best-in-Class” na visão de custo total de Celulose; manter relevância no mercado de Celulose; avançar nos elos da cadeia, sempre com vantagem competitiva; ser arrojada na expansão em Novos Mercados; e ser protagonista em sustentabilidade.

“Entendemos a complexidade dos desafios e as oportunidades que existem em um futuro no qual megatendências, como a urbanização e o aumento da idade média da população, são transformacionais para a sociedade. Como nossos produtos são de origem renovável e têm características que os permitem ser recicláveis e biodegradáveis, acreditamos que essas megatendências também serão transformacionais para a nossa empresa. Afinal, podemos desenvolver novos negócios e, em paralelo, contribuir para a captura de carbono da atmosfera a partir de nossas florestas nativas e áreas de plantio”, diz Schalka.
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