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"Bandido vai ser tratado como merece, com muito rigor!", diz governador de MS

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Tolerância zero. É desse modo que o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), promete que as forças de segurança do estado vão enfrentar a criminalidade. “Eu disse a todos os nossos comandantes, tem de ter tolerância zero. Proteger o bom policial para ele enfrentar o crime. Tem que se saber que aqui no estado ‘polícia é polícia e bandido é bandido’. Nós vamos tratar eles [bandidos] como eles merecem, com muito rigor, porque precisamos proteger o cidadão de bem”.

A avaliação do governador foi feita em entrevista ao Bom Dia MS nesta quinta-feira (10).

Azambuja também reiterou a necessidade de um reforço de segurança nas áreas de fronteira do estado e de todo o país e avaliou que essa “blindagem” pode ajudar a diminuir a criminalidade nos grandes centros brasileiros, como o Rio de Janeiro e São Paulo.

O governador explicou que ampliando a presença das unidades federais nas regiões de fronteira e combinando isso com o uso de inteligência integrada entre os órgãos de segurança da União e do estado e com a ampliação da parceria nessa área com o Paraguai e a Bolívia, as fronteiras poderão ser fechadas para a criminalidade, dificultando a entrada no Brasil de drogas e armas.

“Ao fechar as fronteiras vamos diminuir o poderio econômico do tráfico, que nos grandes centros irriga outros tipos de crimes, como os furtos, os roubos, os roubos de veículos, os sequestros relâmpagos e outros tipos de crimes. Eu não proponho construir um muro nas fronteiras, como quer o presidente norte-americano [Donald Trump em relação a fronteira do país com o México], mas queremos uma blindagem, um fechamento da fronteira, com mais presença das forças federais e inteligência”, explicou.

Azambuja disse que essa proposta já foi apresentada ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e comentou que a fronteira do estado com o Paraguai enfrenta uma situação de guerra entre as quadrilhas pelo comando do tráfico de drogas na região. “Esperamos que o governo federal na gestão do presidente Bolsonaro possa ser um parceiro do estado para fazermos isso [blindar as fronteiras]”, concluiu o governador.
AEMS - Novembro 2018
Susano

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