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MS tem 12 cidades entre os maiores produtores do agronegócio brasileiro

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MS tem 12 cidades entre os maiores produtores do agronegócio brasileiro

Ao todo, 12 municípios de Mato Grosso do Sul estão na lista dos 100 maiores produtores do agronegócio brasileiro. O levantamento divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mostra também que as 100 cidades cresceram, em média, 9,81% entre os anos de 2014 e 2016.

Entre as cidades sul-mato-grossenses, Maracaju se destaca por ser a primeira a despontar no ranking geral, ocupando a décima quinta posição entre os maiores produtores do país. Com crescimento de 12,81% no período de dois anos (2014 a 2016), o município produziu, em 2017, quase 2 milhões de toneladas de cana de açúcar e mais de 1 milhão de tonelada de milho, conforme dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro). Outros municípios que se evidenciam na publicação são: Rio Brilhante (24° lugar), com expansão de 22,18%, e Nova Alvorada do Sul (82° lugar) com 25,61% de crescimento no período mencionado.

O levantamento do Ministério da Agricultura mostra ainda que os 100 maiores municípios do agronegócio, quando isolados, correspondem a 7,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e 27,5% do Valor Bruto da Produção (VBP Lavouras).

Mato Grosso do Sul apresenta ainda outras nove cidades na listagem: Ponta Porã (23° lugar no ranking/11,21% de crescimento), Sidrolândia (27°/ 10,62%), Dourados (28°/6,06%), Costa Rica (49°/ 13,95%), São Gabriel do Oeste (69°/ 13,28%), Chapadão do Sul (77°/3,75%), Caarapó (90°/ 15,72%), Aral Moreira (95°/8,75%) e Laguna Carapã (96°/ 10,8%).

Segundo a matéria do Ministério da Agricultura, dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) referentes ao PIB Municipal de mais de 5 mil municípios mostram forte crescimento nas principais regiões agrícolas. Ao menos 82% dos municípios brasileiros, classificados como os maiores produtores do agronegócio, tiveram crescimento nominal superior à taxa anual do PIB do país que foi de 4,4% entre 2014 e 2016.

De acordo com o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques, o levantamento combina as informações do PIB Municipal com as da Produção Agrícola Municipal (PAM), referentes às lavouras permanentes e temporárias em 2017. Segundo ele, em 2016, quando trabalho semelhante foi feito, foi possível detectar que as regiões produtoras agrícolas cresceram o dobro da média do país entre 2010 e 2013.
AEMS - Novembro 2018
Susano - Março

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