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No Tinder, o que uniu Cassiane e Gabriel foi o improvável: a paixão pela pesca

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No Tinder, o que uniu Cassiane e Gabriel foi o improvável: a paixão pela pesca

O Tinder é capaz de unir pessoas que jamais acreditariam que, por meio do aplicativo, se casariam anos depois. Foi o caso da fisioterapeuta Cassiane Biondo e do veterinário Gabriel Caldas. Eles se conheceram em novembro de 2013 e só em março de 2014 começaram a namorar. Mas desde o primeiro beijo não se largaram e foi logo no início da paixão que descobriram uma afinidade incomum: a pesca.

Ela é do Paraná, de Pato Branco, e por lá tinha o costume de pescar em açude. Em Campo Grande, Gabriel era fã da pesca esportiva, de ir para o rio e ficar dias e dias pescando. Depois do beijo, no dia 15 de março,  as coisas começaram a caminhar rápido e bastou um ano e poucos meses para o pedido de noivado acontecer.

E a afinidade pelo diferente hobby aconteceu neste primeiro ano de namoro, quando Cassi topou viajar com Gabriel para pescar no rio Paraná. "Ele me mostrou o estilo dele de pescar e desde então não paramos mais de viajar para os rios. Nosso estilo de pesca é de pesque e solte, porque lutamos pela preservação, principalmente do Dourado", explica ela.

O negócio ficou tão sério que, no ensaio de pré-casamento feito pelo Top Studio, a pesca está presente na maioria das imagens. "Passamos a pescar muito juntos. Eu tenho minha tralha de pesca, ele tem a dele, e compartilhamos iscas artificiais", fala ela sobre o assunto que domina a conversa na hora das viagens.

No ensaio, eles mostram como costumam se divertir juntos. "A gente pesca toda a hora, desde o amanhecer até quando começa a escurecer", o que justifica o porquê de as fotos trazerem os vários céus de um dia em Piraputanga.

O relacionamento tem regras: a cada duas pescas de Gabriel com o pai e com os amigos ele tem de levar a esposa para pescar. "E caso ele fosse pescar três vezes seguidas com o amigos teria que me levar 3 vezes depois", brinca.

O casamento aconteceu recentemente na Igreja do Instituto São José e com festão para os amigos, sem referências à pescaria, claro.

O mais bacana da história é que tudo começou com a mãe de Cassiane dizendo que ela estava encalhada e que era pra seguir os mesmos passos da irmã, recorrer ao Tinder.

"Eu entrei mas lembro de não ter gostado, achei que parecia um cardápio humano. Jamaias imaginaria encontrar alguém para a vida toda ali. Minha irmã me explicou que se eu não desse o coração a ninguém não apareceria e eu dei um like no Gabriel porque achei ele bonito. Chegamos a nos adicionar no Face então quando eu sai do aplicativo mantivemos contato".

Hoje ela brinca que já não precisa provar para ninguém que pesca melhor que Gabriel. "Este ano, inclusive, tivemos a oportunidade de irmos pra Rio Manso, em maio, com uma equipe de pesca, foi muito bom".

O casal admite que sim, o hobby é um tanto diferente de ser compartilhado a dois, mas é por essas e por outras que a história de amor deu certo! "A pesca é algo que nos aproxima cada dia mais, gostamos de aprender mais sobre, todos os dias, e isso nos faz estar juntos".
AEMS - Novembro 2018

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