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Selvíria é 5ª cidade com maior desenvolvimento no emprego e renda do Brasil

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(Foto: Divulgação)

Selvíria é 5ª cidade com maior desenvolvimento no emprego e renda do Brasil

População total do município era maior que 6 mil em 2010, segundo o IBGE

Localizada no leste de Mato Grosso do Sul, o município de Selvíria, a 404 km de Campo Grande, está em quinto lugar no ranking de cidades com maior desenvolvimento em Emprego e Renda do Brasil. As informações são do último Índice Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) de Desenvolvimento Municipal.

A lista traz Cristalina (GO) com 0,8537, Telêmaco Borba (PR) com 0,8252, Capanema (PR) com 0,8235, São Bento do Norte (RN) com 0,8154 e Selvíria (MS) com 0,8002 de nota.

De acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2010), a população total do município era maior que 6 mil. Com a nota, a cidade avançou para o primeiro lugar no Mato Grosso do Sul e quinto do país, com maior desenvolvimento no emprego e renda.

Água Clara aparece em 2º lugar no Estado e em 11º no Brasil, seguido de Dourados, em 3º lugar e 30º no país. São Gabriel aparece em quinto lugar e Rochedo em sexto, só então, Campo Grande surge no 138º lugar no ranking nacional e em 7º no estadual.

Os dados foram divulgados no dia 27 de junho, com dados para 2016 de 5.471 municípios onde vivem 99,5% da população brasileira.
O índice tem três eixos (Emprego e Renda, Educação e Saúde) baseados em dados oficiais dos respectivos ministérios (Trabalho, Educação e Saúde). Em Emprego e Renda, foram apenas os 5 municípios citados.

A nota varia de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade. Para ser considerada de desenvolvimento “alto”, a nota precisa ficar acima de 0,8.

Os critérios utilizados foram geração de empregos formais (anual e média trienal), geração de renda (anual e em relação à média trienal), taxa de formalização, massa salarial e desigualdade de renda no trabalho formal.

A nota média brasileira em Emprego e Renda é de 0,4664, uma leve alta em relação ao ano anterior após duas quedas consecutivas em 2014 e 2015.

“A partir de 2013 tivemos a maior crise que o país já passou, e isso está capturado de forma bastante clara na variável de Emprego e Renda”, diz Jonathas Goulart Costa, coordenador de estudos econômicos da FIRJAN.

O motivo para a leve recuperação do Índice de Emprego e Renda em 2016 foi de que apesar de 60% das cidades terem continuado fechando vagas, houve melhora na massa salarial e na renda média.

“O movimento é explicado pelo aumento no rendimento real do trabalhador formal, em parte por conta da política de reajuste do salário mínimo”, diz a nota da FIRJAN para a imprensa.
AEMS - Novembro 2018

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