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Gaeco sofre mais uma derrota no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

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Gaeco sofre mais uma derrota no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço do Ministério Público do Estado, sofreu mais uma derrota no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) com a decisão, por maioria já formada, de suspender a ação por improbidade administrativa contra o deputado estadual Paulo Sufi (MDB) no âmbito da Coffee Break. O parlamentar foi acusado de ter movimentação atípica em sua conta bancária no período em que era vereador de Campo Grande.

Os promotores de Justiça, integrantes da força-tarefa do Gaeco, Cristiane Mourão Leal Santos, Thalys Franklyn de Souza, Tiago Di Giulio Freire e Fernando Martins Zaupa, foram criticados por não computar as finanças das atividades privadas de Siufi na ação. Eles apenas indicaram o salário dele na Câmara Municipal de Campo Grande. Por isto da divergência nas contas bancárias do parlamentar.

De acordo com o recurso preparado pelo escritório do advogado Avelino Duarte, “o autor da ação (MPE) utilizou como premissa apenas o subsídio percebido pelo requerido enquanto vereador, desprezando outras fontes de receitas.

É por tal razão que os rendimentos do agravante divergiram da totalidade de créditos que transitaram por suas contas bancárias”.
Nico Cabeleireiro

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