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Três Lagoas teve 14 casos de leishmaniose registrados em 2017; no Estado foram 125 e 7 mortes

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Três Lagoas teve 14 casos de leishmaniose registrados em 2017; no Estado foram 125 e 7 mortes

Três Lagoas registrou 14 casos de leishmaniose em 2017, de acordo com dados da Secretaria do Estado de Saúde (SES), que divulgou o boletim epidemiológico na sexta-feira (5). Em Mato Grosso do Sul são sete mortes e 125 casos de leishmaniose viceral, em 24 municípios do Estado. 

Segundo o boletim, o número de mortes é o mesmo de 2016. As mortes foram registradas emCampo Grande(2); Corumbá (2); Dourados, Ladárioe Três Lagoas.

Os casos ocorreram em Alcinópolis, Anaurilândia, Aquidauana (7), Aral Moreira, Bataguassu (2), Brasilândia (2), Campo Grande (58), Cassilândia, Corumbá (11), Costa Rica, Dourados (3), Itaporã, Jaraguari, Jardim (2), Ladário (4), Miranda, Ponta Porã (3), Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso (3), Terenos (2) e Três Lagoas (14).

A maioria dos municípios onde houve registro de apenas um caso da doença não tem histórico de leishmaniose desde 2010, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan/SES). As exceções são Miranda, Ribas do Rio Pardo e Rio Negro.

Diferente de outras doenças, a leishmaniose visceral é sistêmica arrastada, ou seja, os sintomas vão aparecendo aos poucos e comprometendo o organismo. O primeiro sintoma é uma febre prolongada de 15 a 20 dias.

A transmissão é feita pelo mosquito palha, que procura um mamífero para picar,  principalmente aves, que são um dos principais vetores, apesar da população atribuir esse papel aos cães. 

(Com informações G1)
PMS Outubro 2018
Eldorado - Outubro de 2018

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